O que Não queremos!

13 de Abril de 2008 – 13:42
Tag: AG

Temos sido notícia de contra informação sistemática a propósito da AG extraordinária que queremos realizar. Queremos prestar os seguintes esclarecimentos:

 

NÃO , não queremos destituir esta direcção em AG extraordinária! Esta direcção deverá manter-se em funções até ao final do seu mandato.

 

NÃO, não queremos discutir o passado longínquo! Queremos pedir contas a esta direcção sobre o seu mandato e apresentar 2 temas de absoluta importância para o futuro:

    a) Auditoria externa com contas consolidadas. Sem este instrumento não se pode discutir o futuro com seriedade e rigor.

    b) Abrir concurso à banca nacional e estrangeira para renegociar o passivo. Medida fundamental para quem visa encontrar as melhores condições entre toda a banca - incluindo os credores actuais - para o nosso futuro financeiro.

    c) Negócio da venda dos terrenos do antigo estádio. Este negócio ainda não está concluído! E sê-lo-á por esta direcção. Falata receber a tranche em falta da MDC, falta divulgar informação e apresentar os dados do negócio efectuado.

    d) Património não desportivo. Lembrar que foi uma das bandeiras eleitorais desta direcção aquando das eleições. Queremos levar a discussão e fazer o seu balanço e  ainda saber quais eram as alternativas.

 

Mais informamos que a destituição de direcções do SCP não é possível numa AG que não tenha esse ponto na ordem de trabalhos - como é o caso desta que propomos - de acordo com os estatutos do Clube.

8 Comentários

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  1. 1

    Concordo com tudo o que escreveste, mas acho que podia ter siido acrescentado mais um ponto, porque que ma parece vital:

    - Discussão das condições em que têm sido alienadas ultimamente acções da SAD e das ideias que esta Direcção tem quanto ao estádio e academia e modus operandis de as concretizar ( por exemplo faze-las passar para a SAd sem aval dos socios)!

    Comentário por José Gomes (JG) a 15 de Abril de 2008 @ 9:22

  2. 2

    José Gomes,

    A direcção não pode fazer a passagem da do estádio e academia para a SAD sem fazer uma AG para o efeito. Se o fizer estaria a colocar em risco a nulidade do processo, pois essa práctica será contra os estatutos.

    O problema é que iremos assistir a proposta desse negócio por parte da direcção, não contando a verdade toda.

    Ou seja, vão dizer que será necessário alienar capital da SAD de forma a reduzir o passivo. E que para isso terão de valorizar a SAD com aumento do seu activo, neste caso o estádio e academia - o que resta do património do Clube.

    O que NÃO VÃO DIZER é a mais valia que terão alguns negócios como o naming do estádio e a própria relocalização da academia (em função da valorização dos terrenos devido ao aeroporto).

    O que NÃO VÃO FAZER é reverter essa MAIS VALIA PARA O CLUBE. Vão preferir fazê-lo através da SAD prejudicando o prejudicando, mais uma vez, o Clube.

    Mas cá estaremos para abrir a discussão e informar os Sportinguistas.

    Comentário por Frederico Abreu a 15 de Abril de 2008 @ 9:44

  3. 3

    Frederico Abreu

    Penso que estás enganado, mas como deves estar mais bem informado que eu, gostaria de te perguntar se não foi feita, já com os actuais orgãos sociais, uma AG que delegou poderes no Conselho Leonino para autorizar o Conselho Directivo a vender tudo o que quisesse.

    Já agora outra pergunta: Não era em Março que o Tribunal Arbitral teria de dicidir na disputa entre a CML e o Sporting sobre os terrenos em duvida?

    Saudações Leoninas

    Comentário por 8 a 15 de Abril de 2008 @ 15:47

  4. 4

    8,

    Por ser mais da minha área, respondo às suas questões:

    1) Como disse o Frederico, a alienação do estádio e da academia à SAD carece da aprovação dos sócios em AG.

    O que aconteceu a este respeito foi que, em Junho de 2006, a AG deliberou autorizar o Conselho Leonino a aprovar a venda dos edifícios que constituíam o chamado património não-desportivo (e apenas estes).

    Mais tarde, constatou-se que alguém não tinha feito o trabalho de casa e que essa primeira deliberação da AG não englobava o centro de atendimento, razão por que houve necessidade de convocar outra AG. Na sequência de nova aprovação, aconteceu o episódio em que dois conselheiros leoninos eleitos na lista da oposição apresentaram pelo centro de atendimento uma proposta 20% superior à do Deutsche Bank/Silcoge, que mesmo assim o CL preteriu a favor desta última.

    Em 16 de Novembro de 2006 o CL aprovou o negócio de venda e em 15 de Janeiro de 2007 foi feita a escritura.

    Estes imóveis - Alvaláxia, Edifício Visconde de Alvalade (incluindo centro de atendimento), Holmes Place e Clínica CUF - foram os únicos cuja venda a AG autorizou o CL a aprovar.

    De qualquer modo, aproveito para esclarecer que, nos termos dos estatutos, as autorizações dadas pela AG ao CL para este efeito duram apenas pelo período de um ano, pelo que quaisquer outras eventuais autorizações já teriam caducado.

    2) De facto, o acordo celebrado entre SCP e CML previa que o tribunal arbitral proferisse decisão até 31 de Março passado. Não há notícia de que o tenha feito, nem temos conhecimento de qualquer tomada de posição de qualquer das partes sobre essa omissão.

    Comentário por Francisco Leitão a 16 de Abril de 2008 @ 0:23

  5. 5

    E como vamos de recolha de assinaturas, para a AG?

    Comentário por 8 a 16 de Abril de 2008 @ 1:04

  6. 6

    «constatou-se que alguém não tinha feito o trabalho de casa e que essa primeira deliberação da AG não englobava o centro de atendimento»

    Porque é q não assume e diz q o incompetente foi o João Pedro Varandas, q é o assessor da direcção para preparar as Ags? Vamos por os nomes aos bois!…

    Comentário por Anónimo a 16 de Abril de 2008 @ 10:16

  7. 7

    8,

    Esperamos hoje reunir os 1500 votos necessários para a AG!

    No entanto não queremos ficar apenas por este número. Queremos mais! Precisamos mais!

    Contamos com o apoio dos sócios «anónimos», pois ainda são os sócios que possuem o destino do Clube.

    Comentário por Frederico Abreu a 16 de Abril de 2008 @ 10:34

  8. 8

    Anónimo 6,

    Não assumo o que não conheço.

    Considero que houve incompetência de quem ficou incumbido de redigir a proposta submetida à primeira AG, e acho que a justificação pública dada para esse facto foi bastante cretina.

    No entanto, não sei se o responsável foi a pessoa que refere, nem tenho razões para acreditar que foi. Em última análise, sendo a proposta do Conselho Directivo, o responsável por ela é o Presidente.

    Comentário por Francisco Leitão a 16 de Abril de 2008 @ 12:11


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